Cozinha mineira contemporânea · Belo Horizonte/MG
Costelinha de doze horas, angu de milho-verde moído no dia e couve frita na banha — almoço e jantar, de terça a domingo, no Floresta.
Resposta em poucos minutos, das 10h às 22h. Reserva confirmada na hora, pelo WhatsApp.
A casa
Dona Cida abriu a Casa Tupã em 2007 com seis mesas e uma receita de costelinha da mãe dela. Hoje são 72 lugares e a mesma receita.
O fogão é de tijolo, acende às 6h e só apaga depois da última mesa. Eucalipto de manejo, comprado de um sítio em Itabirito — é o que dá o defumado leve no angu e na costelinha.
Nada de forno combinado escondido nos fundos. Se a lenha acabar, a casa fecha, e isso já aconteceu duas vezes em dezoito anos.
O queijo vem da Canastra, de dois produtores que a gente visita duas vezes por ano. O frango é de Prudente de Morais, o feijão-vermelho da Zona da Mata, a cachaça de Salinas.
A lista fica pregada na parede do corredor, com foto e telefone de cada um. Pode conferir enquanto espera a mesa.
Como reservar
Sem formulário, sem cadastro, sem esperar e-mail de confirmação. É o WhatsApp da casa, e quem responde é gente do salão.
Manda a data, o horário e quantas pessoas. Se for aniversário ou jantar de trabalho, conta também — muda a mesa que a gente separa.
Você recebe o número da mesa e o tempo de tolerância. Se o horário estiver cheio, a gente já oferece dois alternativos no mesmo dia.
Seu nome já está na lista do maître. Restrição alimentar avisada na reserva chega à cozinha antes de você chegar ao salão.
A mensagem já vai pronta, é só preencher os três espaços. Guardamos a mesa por 20 minutos.
Quem senta e volta
“Levei meu pai, que é de Ouro Preto e reclama de comida mineira em restaurante desde sempre. Ele raspou o prato e no fim pediu pra falar com quem tinha feito o angu.”
“Peço a costelinha toda vez. Já tentei mudar duas vezes, abri o cardápio, li tudo e pedi a costelinha de novo. Desisti de tentar.”
“Cheguei numa sexta sem reserva e esperei 25 minutos em pé no balcão. Valeu a pena, mas fica o aviso: manda mensagem antes, sério.”
Antes de vir
A casa não tem estacionamento próprio. Temos convênio com o estacionamento coberto da esquina, na Rua Sapucaí com Aarão Reis: R$ 18 por até 4 horas com o ticket carimbado no caixa. Na rua há vagas rotativas até as 18h e vaga livre depois disso, mas na sexta e no sábado enche cedo.
Sim: o ora-pro-nóbis com abóbora e arroz de alho é vegetariano de origem, não é adaptação. O feijão-tropeiro sai em versão sem torresmo e com caldo de legumes, e as entradas de queijo e as sobremesas também são vegetarianas. Para vegano, avise na reserva — o mesmo prato sai sem manteiga e sem queijo, com azeite de ervas.
No salão, reservamos mesas de até 12 pessoas com no mínimo 24 horas de antecedência. O mezanino comporta 24 lugares e é fechado só para o grupo, com pedido mínimo de consumo combinado antes — para isso, avise com 48 horas. Acima de 30 pessoas, fazemos menu fechado em três tempos.
A cozinha abre às 11h30 e o último pedido do almoço entra às 14h40 (aos sábados, 15h40; domingo, 16h30). No jantar, de terça a quinta o último pedido é às 22h30 e na sexta e no sábado, às 23h30. Fechamos às segundas, inclusive feriados que caírem na segunda.
Pix, dinheiro e cartões de crédito e débito das principais bandeiras (Visa, Mastercard, Elo, Amex e Hipercard). Aceitamos vale-refeição Alelo, Sodexo, VR e Ticket. Não aceitamos cheque e não dividimos a conta em mais de quatro cartões — a divisão por pessoa a gente faz sem problema.
Onde e quando
Se você desce na Estação Central, siga pela Sapucaí sentido Floresta: são 700 metros planos, todo o caminho iluminado. Para quem vem da Savassi, o trajeto de carro leva 14 minutos fora do horário de pico.
Perguntar o caminho no WhatsApp
A gente manda a localização exata e o nome do estacionamento conveniado.